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Câmara vai debater sobre CPI do Sorocabana nesta terça-feira

Após cobrar, no Plenário da Câmara Municipal de São Paulo, informações sobre o Hospital Sorocabana, na Lapa, o vereador Carlos Neder (PT) poderá ter o seu pedido (a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar o uso de recursos públicos no complexo hospitalar da Rua Faustolo) atendido.

Neder ouviu do presidente da casa, o vereador José Police Neto, que o assunto será tratado na reunião desta terça-feira, dia 25 de outubro, e espera conta com a presença da população a partir das 15 horas.

A CPI tentaria desvendar casos estranhos, como o fato de aposentados associados da antiga Fepasa e outros cidadão contribuíam com parte do seu salário, por meio do desconto na folha de pagamento, para ajudar no funcionamento do hospital e curiosamente mesmo quando o hospital já estava fechado.
"É claro que todos nós queremos saber, creio que a própria Câmara Municipal, se esse dinheiro está sendo aplicado em uma conta específica”, afirmou o Neder.

A investigação também ocorre no Tribunal de Contas do Município, que já intimou representantes da Associação Beneficente Hospital Sorocabana para prestar constas.

Na sessão desta terça, dia 25, também deverá ser abordado o futuro do Sorocabana, que será municipalizado. São perguntas do tipo "se haverá um hospital geral ou se será um hospital de retaguarda para o Hospital das Clínicas” e também “se o pronto-socorro do Sorocabana será aberto à população que dele necessitar, ou se atenderá apenas à demanda referenciada das unidades de saúde existentes na região”, conforme adiantou o petista.

O Sorocabana fechou as portas em setembro de 2010, mesmo com investimento público. No dia 4 de outubro deste ano, o Governo de São Paulo, que havia cedido o terreno à Associação Beneficente dos Hospitais Sorocabana no começo da década de 1950, retomou o imóvel onde funcionava o hospital e concedeu à Prefeitura de São Paulo.

Entre 2003 a 2010, foram injetados R$ 103 milhões no Sorocabana para produção de serviços prestados ao SUS e, mesmo assim, o hospital fechou e deixou uma enorme lacuna no atendimento à saúde da cidade de São Paulo. A própria prefeitura reconhece que manter o hospital fora do SUS paulistano, considerando a sua capacidade técnica de assistência e a estrutura já constituída, é um enorme prejuízo para a população, principalmente àquela parcela dependente do Sistema Único de Saúde (SUS).



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